TJRS Intimação Núcleo de Justiça 4.0 de Ges…

Intimação — 5022561-**.2026.8.21.****

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Dados da publicação

Número do processo

5022561-**.2026.8.21.****

Partes

P - B**** D* B***** S*/A* | P - B**** D* E***** D* R** G***** D* S** S*/A* -…

Advogados

A****** D* M***** D****** N*** (10715A*/A*) |…

Texto da publicação

<html> <head> <meta> <style></style> </head> <body> <article> <header> <div></div> </header> <section><b>PROCEDIMENTO COMUM C&Iacute;VEL N&ordm; 5022561-**.2026.8.21.****/RS</b></section> <section><b><table><tr><td>AUTOR</td><td>: E******* D* S**** M****</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: F******* R***** R*****</td></tr><tr><td>R&Eacute;U</td><td>: B**** D* B***** S*/A*</td></tr><tr><td>R&Eacute;U</td><td>: F**** F********* S*.A*. C******, F************ E* I***********</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: A****** D* M***** D****** N*** (OAB AL010715A)</td></tr><tr><td>R&Eacute;U</td><td>: B**** D* E***** D* R** G***** D* S** S*/A* - B*******</td></tr></table></b></section> <section> <p align="center">DESPACHO/DECIS&Atilde;O</p> </section> <section> <p><strong><u><span>Da an&aacute;lise da conduta do credor em audi&ecirc;ncia</span></u><span>:</span></strong></p> <p>O Administrador judicial dever&aacute; observar que, a&nbsp;<strong>aus&ecirc;ncia injustificada</strong>, bem como o comparecimento do representante do credor <strong>sem poderes reais e plenos para transigir </strong>e, ainda, a <strong>aus&ecirc;ncia de proposta pelo credor </strong>na audi&ecirc;ncia, contrariam a finalidade da norma e autorizam a aplica&ccedil;&atilde;o de san&ccedil;&atilde;o, em especial e por analogia, do art. 104-A, &sect; 2.&ordm;, do CDC, nos termos dos Enunciados n. 36, n. 37, n.&ordm; 38 e n. 39 todos do FONAMEC (F&oacute;rum Nacional da Media&ccedil;&atilde;o e Concilia&ccedil;&atilde;o).</p> <p>&Eacute; necess&aacute;rio salientar que a lei n&atilde;o criou o dever de compor, pois violaria o princ&iacute;pio da autonomia privada. Contudo, &eacute; ineg&aacute;vel o dever criado de renegociar, que se assenta especialmente sob o princ&iacute;pio da boa-f&eacute;.</p> <p>A doutrinadora Claudia Lima Marques, juntamente com o Ministro Antonio Herman Benjamin, entendem que a boa-f&eacute; sempre conheceu o dever de cooperar, o dever de cuidado com o outro, o cocontratante. No superendividamento, nasce um dever de renegociar, de repactuar, de cooperar vivamente para ajudar o leigo a sair da ru&iacute;na. E, na concess&atilde;o de cr&eacute;dito e na venda a prazo (que tamb&eacute;m pode levar ao superendividamento), nasce um dever de cuidado, de concess&atilde;o &ldquo;avaliada&rdquo;, cuidado, respons&aacute;vel de cr&eacute;dito para n&atilde;o levar com este contrato o consumidor &agrave; ru&iacute;na.</p> <p>Logo, <strong>os credores t&ecirc;m o dever </strong>de observar a boa-f&eacute; concretizada na <u>apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas </u>na audi&ecirc;ncia de concilia&ccedil;&atilde;o/media&ccedil;&atilde;o, ou, no m&iacute;nimo <u>terem conhecimento para transigir</u> sobre a lide. Ainda, <u>invi&aacute;vel considerar como proposta, op&ccedil;&atilde;o de pagamento &agrave; vista, t&atilde;o somente, </u>sem ofertar &agrave; parte consumidora outras formas de regulariza&ccedil;&atilde;o de seu d&eacute;bito.</p> <p>O C&oacute;digo de Processo Civil de 2015 foi embasado em v&aacute;rios princ&iacute;pios, dentre eles o princ&iacute;pio da coopera&ccedil;&atilde;o das partes, artigo 6.&ordm; e o princ&iacute;pio da boa-f&eacute;, artigo 5.&ordm;<strong><em> </em></strong>Al&eacute;m do mais, a parte r&eacute; assume o risco de ver declarada a confiss&atilde;o quando nomeia, para represent&aacute;-la em ju&iacute;zo, preposto que desconhece dos fatos objeto do lit&iacute;gio (artigo 386, CPC/2015).</p> <p>O legislador ao instaurar procedimento de tratamento do superendividamento do consumidor <strong>privilegiou a atua&ccedil;&atilde;o pr&oacute;-ativa, exigindo a PRESEN&Ccedil;A QUALIFICADA dos credores na constru&ccedil;&atilde;o do plano de pagamento consensual, </strong>tanto que<strong> </strong>destinou tratamento diferenciado aos credores quando previu recebimento preferencial do pagamento no plano consensual, artigo 104-B do CDC.</p> <p>O gr&aacute;fico das senten&ccedil;as homologat&oacute;rias de acordos do TJRS, a seguir colacionado, ilustra bem a quest&atilde;o:</p> <table><tbody><tr><td><p></p><p>&nbsp;</p></td></tr></tbody></table> <p>A import&acirc;ncia da aplica&ccedil;&atilde;o das san&ccedil;&otilde;es trazidas pela Lei 14.181/21 aos credores que n&atilde;o apresentam presen&ccedil;a qualificada&nbsp;foi reconhecida, tamb&eacute;m, pelo Superior Tribunal de Justi&ccedil;a&nbsp;quando do julgamento do&nbsp;RECURSO ESPECIAL N&ordm; 2191259 - RS (2025/0001365-2), atrav&eacute;s do qual a respeit&aacute;vel Ministra&nbsp; F&Aacute;TIMA NANCY ANDRIGHI exp&ocirc;s com acerto as&nbsp;raz&otilde;es pela quais&nbsp;&eacute; dever do Poder Judic&aacute;rio primar pelo cumprimento do prop&oacute;sito da lei:&nbsp;possibilitar a solu&ccedil;&atilde;o na fase pr&eacute;-processual. Trago &agrave; cola&ccedil;&atilde;o, trechos do voto proferido:</p> <p>"(...) 4. Recentemente, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a decidiu, interpretando o artigo 104-A, &sect; 2&ordm; do C&oacute;digo de Defesa do Consumidor, que o comparecimento &agrave; audi&ecirc;ncia conciliat&oacute;ria da fase consensual (pr&eacute;processual) do processo de repactua&ccedil;&atilde;o de d&iacute;vidas &eacute; um dever da institui&ccedil;&atilde;o financeira, cujo descumprimento acarreta a&nbsp;<strong>imposi&ccedil;&atilde;o das san&ccedil;&otilde;es legalmente previstas</strong>&nbsp; (...)</p> <p>5. No recurso sob julgamento, a discuss&atilde;o diz respeito &agrave; possibilidade de imposi&ccedil;&atilde;o das san&ccedil;&otilde;es previstas no artigo 104-A, &sect; 2&ordm; do CDC mesmo em caso de comparecimento da institui&ccedil;&atilde;o financeira &agrave; audi&ecirc;ncia de concilia&ccedil;&atilde;o,&nbsp;<strong>caso deixe de apresentar proposta de renegocia&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida</strong>. (...)</p> <p>6.&nbsp;<strong>A possibilidade antes mencionada deve ser admitida</strong>. (...)</p> <p>11.&nbsp;<strong>&Eacute; dever do Poder Judici&aacute;rio a prote&ccedil;&atilde;o ao consumidor superendividado</strong>, cuja posi&ccedil;&atilde;o de vulnerabilidade na rela&ccedil;&atilde;o com as institui&ccedil;&otilde;es financeiras &eacute; t&atilde;o evidente que dispensa maiores considera&ccedil;&otilde;es. O prop&oacute;sito da Lei n.&ordm; 14.181/2021 (Lei do Superendividamento), que introduziu uma s&eacute;rie de mudan&ccedil;as no C&oacute;digo de Defesa do Consumidor, foi justamente o de possibilitar que o consumidor superendividado (situa&ccedil;&atilde;o que decorre, em muitos casos, da oferta indiscriminada de cr&eacute;dito pelas institui&ccedil;&otilde;es financeiras e dos juros em patamar alt&iacute;ssimo, comprometendo a renda do consumidor e, com ela, a preserva&ccedil;&atilde;o do seu m&iacute;nimo existencial) renegocie suas d&iacute;vidas de um modo que lhe seja mais favor&aacute;vel.</p> <p>12. N&atilde;o foi outro o prop&oacute;sito da lei ao estabelecer uma fase conciliat&oacute;ria no procedimento de repactua&ccedil;&atilde;o de d&iacute;vidas do consumidor superendividado. Nesse procedimento,&nbsp;<strong>&eacute; dever da institui&ccedil;&atilde;o financeira comparecer &agrave; audi&ecirc;ncia designada pelo ju&iacute;zo, sob pena de aplica&ccedil;&atilde;o das san&ccedil;&otilde;es correspondentes</strong>. (...)</p> <p>13. Para afastar a aplica&ccedil;&atilde;o dessas san&ccedil;&otilde;es,&nbsp;<strong>n&atilde;o basta que a institui&ccedil;&atilde;o financeira, por meio de seu preposto, compare&ccedil;a &agrave; audi&ecirc;ncia e genericamente rejeite a proposta de plano de pagamento apresentada pelo consumidor.</strong>&nbsp;Essa postura c&ocirc;moda n&atilde;o se coaduna com a boa-f&eacute; que deve nortear as rela&ccedil;&otilde;es entre consumidores e fornecedores em geral e, mais ainda, entre consumidores e fornecedores de cr&eacute;dito, ante a situa&ccedil;&atilde;o de vulnerabilidade acentuada.</p> <p>15.&nbsp;<u><strong>O simples comparecimento do preposto da institui&ccedil;&atilde;o financeira &agrave; audi&ecirc;ncia conciliat&oacute;ria, sem que esteja munido de contraproposta em caso de rejei&ccedil;&atilde;o daquela apresentada pelo consumidor superendividado, denota postura n&atilde;o colaborativa e &eacute;, em termos pr&aacute;ticos, indistingu&iacute;vel da sua aus&ecirc;ncia</strong></u>.</p> <p>16.&nbsp;<strong>O prop&oacute;sito da audi&ecirc;ncia conciliat&oacute;ria &eacute; justamente o de possibilitar a solu&ccedil;&atilde;o na fase pr&eacute;-processual, o que se mostra invi&aacute;vel se uma das partes n&atilde;o estiver disposta ao di&aacute;logo.</strong>&nbsp;A aus&ecirc;ncia de colabora&ccedil;&atilde;o, pela institui&ccedil;&atilde;o financeira, &eacute; incompat&iacute;vel com a boa-f&eacute; e, nessa medida, justifica a imposi&ccedil;&atilde;o das san&ccedil;&otilde;es previstas para o seu n&atilde;o comparecimento.</p> <p>17.&nbsp;<strong>Mostra-se cab&iacute;vel, portanto, a aplica&ccedil;&atilde;o das san&ccedil;&otilde;es previstas no artigo 104-A, &sect; 2&ordm; do C&oacute;digo de Defesa do Consumidor &agrave; institui&ccedil;&atilde;o financeira recorrente</strong>. (...)". GRIFEI</p> <p><u><strong>Assim, por todos os fundamentos expostos, aplico ao credor&nbsp;</strong></u>SIMPALA S.A. CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO<u><strong>&nbsp;a san&ccedil;&atilde;o do artigo 104-A, &sect; 2.&ordm;, CDC</strong></u>, a saber:</p> <p><strong>1)</strong>&nbsp;<strong>suspens&atilde;o da exigibilidade do d&eacute;bito e a interrup&ccedil;&atilde;o dos encargos da mora;</strong></p> <p><strong>2)&nbsp;sujei&ccedil;&atilde;o compuls&oacute;ria ao plano de pagamento da d&iacute;vida;</strong></p> <p><strong>3)&nbsp;o pagamento a esse credor ser estipulado para ocorrer apenas ap&oacute;s o pagamento aos credores presentes &agrave; audi&ecirc;ncia conciliat&oacute;ria.</strong></p> <p>Prazo para implementar a suspens&atilde;o aqui determinada: <strong>30 dias a contar da intima&ccedil;&atilde;o da presente decis&atilde;o atrav&eacute;s do sistema ou carta AR.</strong></p> <p>Informo que realizei a intima&ccedil;&atilde;o pessoal de SIMPALA S.A. CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO junto ao DJE, atrav&eacute;s da ferramenta disponibilizada sistema E-proc, sendo desnecess&aacute;ria, assim, a expedi&ccedil;&atilde;o de of&iacute;cio para cientifica&ccedil;&atilde;o.</p> <p><strong><span>Advert&ecirc;ncias:</span></strong></p> <p>O DESCUMPRIMENTO desta decis&atilde;o judicial de suspens&atilde;o importar&aacute; incid&ecirc;ncia de multa de R$ 500,00 por desconto indevido, at&eacute; o limite da d&iacute;vida pendente.</p> <p>Sobre a multa aplicada, a cobran&ccedil;a do valor dever&aacute; ocorrer em a&ccedil;&atilde;o aut&ocirc;noma, observado o decurso do prazo de cumprimento, a necessidade de confirma&ccedil;&atilde;o na decis&atilde;o final, bem como <strong>a confirma&ccedil;&atilde;o da intima&ccedil;&atilde;o pessoal no DJE junto ao sistema ou entrega do of&iacute;cio.</strong></p> <p>Fica advertida a parte credora que o descumprimento reiterado da decis&atilde;o judicial incidir&aacute; na aplica&ccedil;&atilde;o, ainda, de <strong>multa por ato atentat&oacute;rio &agrave; dignidade da justi&ccedil;a</strong>, nos termos do artigo 77, &sect; 1&ordm; e inciso IV, do CPC.</p> <p><span>Prosseguimento:</span></p> <p>As preliminares arguidas pela parte credora ser&atilde;o apreciadas na senten&ccedil;a.</p> <p>O processo encontra-se apto &agrave; segunda fase do procedimento de repactua&ccedil;&atilde;o.</p> <p><u><strong><span>DA PORTARIA n&ordm; 01, de 23.03.2026 e&nbsp;invers&atilde;o do &ocirc;nus da prova</span></strong></u></p> <p>Considerando a aprova&ccedil;&atilde;o, pela Corregedoria-Geral de Justi&ccedil;a, da&nbsp;Portaria n&ordm; 01, de 23.03.2026 do&nbsp;N&uacute;cleo de Justi&ccedil;a 4.0 de Gest&atilde;o do Superendividamento, nos autos do expediente SEI n. 8.2026.5832/000002-8:</p> <p>a)&nbsp;DETERMINO a&nbsp;<strong>INVERS&Atilde;O DO &Ocirc;NUS DA PROVA&nbsp;</strong>em favor da parte autora, nos termos do disposto no artigo 6&deg;, inciso VIII&nbsp;do CDC;</p> <p>b) INTIMO os credores r&eacute;us para apresentarem nos autos,&nbsp;<span><strong>no prazo de 30 dias</strong>:</span></p> <p><strong>c&oacute;pia integral dos contratos&nbsp;</strong>que originaram o d&eacute;bito discutido na peti&ccedil;&atilde;o inicial, acompanhada das condi&ccedil;&otilde;es gerais e cl&aacute;usulas de encargos;</p> <p><strong>Hist&oacute;rico de evolu&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida</strong>, discriminando valor principal, juros de mora, multas, taxas e eventuais seguros ou servi&ccedil;os agregados;</p> <p><strong>Planilha de D&eacute;bitos Padronizada&nbsp;</strong>(conforme modelo no Anexo I), em formato pdf</p> <p>c) DETERMINO o preenchimento da seguinte&nbsp;<strong>Planilha-padr&atilde;o,&nbsp;</strong>&nbsp;individualmente,&nbsp;<u><strong>para cada contrato de empr&eacute;stimo concedido</strong></u>:</p> <table><tbody><tr><td><p><strong>Descri&ccedil;&atilde;o</strong></p></td><td><p><strong>Coluna a ser preenchida pelo Credor</strong></p></td></tr><tr><td><p>N&deg; Contrato</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Credor (nome):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Tipo de Cr&eacute;dito (descri&ccedil;&atilde;o consignado/ n&atilde;o consignado/ cart&atilde;o de cr&eacute;dito):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Valor Principal (valor):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Taxa de Juros (%) ao m&ecirc;s:</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Taxa de Juros (%) ao ano:</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Prazo (n&deg; parcelas):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Presta&ccedil;&atilde;o (valor em reais):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Data Contrato:</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Data Vencimento Final do Contrato:</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>N&uacute;mero Parcela Pagas</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Valor das Prest. Pagas:</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Data do extrato:</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Saldo Devedor:</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Valor do seguro:</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Juros de Mora m&ecirc;s (%):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Comiss&atilde;o Perman&ecirc;ncia (%):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Multa (%):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria (%):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>CET mensal (%):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>CET anual (%):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>IOF (valor):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Contrato apresentado (sim/n&atilde;o):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Capitaliza&ccedil;&atilde;o (price/sac/ ou outra):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Per&iacute;odo do capital de Juros (di&aacute;ria, mensal, anual etc.):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Cadastro Inadimplentes (data):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Taxa (descrever nome e valor):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Taxa (descrever nome e valor):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Renegocia&ccedil;&atilde;o (colocar sim ou n&atilde;o):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Renegocia&ccedil;&atilde;o (colocar n&deg; contrato negociado):</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr></tbody></table> <p>d) DETERMINO seja apresentado pelo credor, obrigatoriamente, as informa&ccedil;&otilde;es constantes dos contracheques vigentes &agrave; &eacute;poca da contrata&ccedil;&atilde;o do empr&eacute;stimo, de modo a comprovar a capacidade financeira do consumidor no momento da celebra&ccedil;&atilde;o do contrato.</p> <table><tbody><tr><td><p><strong>Descri&ccedil;&atilde;o</strong></p></td><td><p><strong>Valor (R$)</strong></p></td></tr><tr><td><p>N&deg; Contrato (para comprova&ccedil;&atilde;o da renda do consumidor)</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Data base contracheque</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>Proventos Brutos Mensais</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>(-) IRPF (Retido na fonte)</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>(-) Desconto previdenci&aacute;rio</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>(-) Plano de sa&uacute;de (mensalidade)</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>&nbsp;(-) Outros descontos permitidos por lei</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr><tr><td><p>(=) Renda L&iacute;quida Ajustada - RLA</p></td><td><p>&nbsp;</p></td></tr></tbody></table> <p>e) DETERMINO seja esclarecido pelo credor, se havia&nbsp;comprometimento da margem consign&aacute;vel no momento da contrata&ccedil;&atilde;o.</p> <p><span>ADVERT&Ecirc;NCIAS LEGAIS:</span></p> <p>Ficam advertidos os credores que, conforme artigo Art. 2&ordm; da referida Portaria:<strong>&nbsp;</strong></p> <p>O descumprimento injustificado da determina&ccedil;&atilde;o de juntada dos documentos ou o fornecimento de informa&ccedil;&otilde;es incompletas poder&aacute; ensejar:</p> <p>I &ndash; A aplica&ccedil;&atilde;o das san&ccedil;&otilde;es previstas nos artigos 54-D, &sect; &Uacute;nico, do CDC;</p> <p>II &ndash; Presun&ccedil;&atilde;o de veracidade dos valores apresentados pelo consumidor na peti&ccedil;&atilde;o inicial, para fins de elabora&ccedil;&atilde;o do plano de pagamento judicial, na forma do&nbsp;<strong>art. 400, I, do CPC</strong>.</p> <p>Considerando que j&aacute; apresentada r&eacute;plica e nomeado administrador, intime-se o profissional para dar in&iacute;cio aos trabalhos.</p> <p>Entregue o laudo, intimem-se as partes para manifesta&ccedil;&atilde;o no prazo comum de 15 dias. Com impugna&ccedil;&atilde;o, intime-se o administrador.</p> <p>Agendada intima&ccedil;&atilde;o das partes.</p></section> <section> </section> <section> <p>&nbsp;</p> <hr> <p>&nbsp;</p></section> <footer> </footer></article></body></html>

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Esta página apresenta uma comunicação do tipo Intimação, disponibilizada pelo TJRS.

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A data de disponibilização registrada é 28/09/2026. Datas e prazos devem ser confirmados na fonte oficial.

Qual órgão judicial aparece na publicação?

O órgão informado na fonte pública é Núcleo de Justiça 4.0 de Gestão do Superendividamento.
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