TJRS Intimação Secretaria da 12ª Câmara Cível

Intimação — 5023367-**.2023.8.21.****

Publicado em

Dados da publicação

Número do processo

5023367-**.2023.8.21.****

Partes

P - F**** F********* S*.A*. C******, F************ E* I*********** | A - L****…

Advogados

M***** B****** D* S**** (78171/R*) | A****** D*…

Texto da publicação

<html> <head> <meta> <style></style> </head> <body> <article> <header> <div></div> <div></div> </header> <section><b>Apela&ccedil;&atilde;o C&iacute;vel N&ordm; 5023367-**.2023.8.21.****/RS</b></section> <section> <div><p><b>TIPO DE A&Ccedil;&Atilde;O: </b>Revis&atilde;o de Juros Remunerat&oacute;rios, Capitaliza&ccedil;&atilde;o/Anatocismo</p></div> </section> <section><b><table><tr><td>RELATOR</td><td>: Desembargador PEDRO LUIZ POZZA</td></tr><tr><td>APELANTE</td><td>: L**** D* S**** G******** D* C**** (Absolutamente Incapaz (Art. 3&ordm; CC)) (AUTOR)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: M***** B****** D* S**** (OAB RS078171)</td></tr><tr><td>APELADO</td><td>: F**** F********* S*.A*. C******, F************ E* I*********** (R&Eacute;U)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: A****** D* M***** D****** N*** (OAB AL010715A)</td></tr><tr><td>INTERESSADO</td><td>: L***** S**** D* S**** (Pais) (AUTOR)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: M***** B****** D* S****</td></tr></table></b></section> <section> <p align="center">EMENTA</p> </section> <section> <p><strong>APELA&Ccedil;&Atilde;O C&Iacute;VEL. NEG&Oacute;CIOS JUR&Iacute;DICOS BANC&Aacute;RIOS.&nbsp;REVISIONAL. JUROS REMUNERAT&Oacute;RIOS. ABUSIVIDADE N&Atilde;O COMPROVADA. COTEJO ENTRE A TAXA CONTRATADA E A M&Eacute;DIA DIVULGADA PELO BACEN QUE N&Atilde;O SE PRESTA COMO &Uacute;NICO FUNDAMENTO PARA A PRETENS&Atilde;O REVISIONAL. DESCARACTERIZA&Ccedil;&Atilde;O DA MORA. REPETI&Ccedil;&Atilde;O DO IND&Eacute;BITO. DESCABIMENTO. SEGURO PRESTAMISTA. VENDA CASADA N&Atilde;O CARACTERIZADA.</strong></p> <p><strong>APELO DESPROVIDO.</strong></p></section> <section> <p align="center">DECIS&Atilde;O MONOCR&Aacute;TICA</p> </section> <section> <p>&nbsp;</p> <p>Vistos.</p> <p>Adianto que o apelo n&atilde;o prospera.</p> <p>No que diz com os juros remunerat&oacute;rios, afastada por completo a possibilidade de sua limita&ccedil;&atilde;o, em qualquer patamar, com a revoga&ccedil;&atilde;o do &sect; 3&ordm; do artigo 192 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal pela EC 40, de 29.05.03 e insuficiente a legisla&ccedil;&atilde;o infraconstitucional a embasar pretens&atilde;o, cumpre ser observada a disposi&ccedil;&atilde;o da S&uacute;mula n&ordm;. 596 do STF:</p> <p><em>As disposi&ccedil;&otilde;es do Decreto 22.626/33 n&atilde;o se aplicam &agrave;s taxas de juros e aos outros encargos cobrados nas opera&ccedil;&otilde;es realizadas por institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas ou privadas, que integram o sistema financeiro nacional.</em></p> <p>E ainda que ao Poder Judici&aacute;rio seja l&iacute;cito limitar os juros remunerat&oacute;rios em opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito banc&aacute;rio em caso de&nbsp;comprovada abusividade, tal n&atilde;o pode ser entendido como juros fixados em percentual superior a 12% ao ano, nos termos da S&uacute;mula 382 do STJ, que assim disp&otilde;e:</p> <p><em>A estipula&ccedil;&atilde;o de juros remunerat&oacute;rios superiores a 12% ao ano, por si s&oacute;, n&atilde;o indica abusividade.</em></p> <p>E mais recentemente, a jurisprud&ecirc;ncia do colendo Superior Tribunal de Justi&ccedil;a consolidou-se no sentido de que igualmente n&atilde;o basta o cotejo, de forma isolada, entre a taxa de juros pactuada e a m&eacute;dia de mercado divulgada pelo BACEN para amparar a pretens&atilde;o de revis&atilde;o contratual com base na alega&ccedil;&atilde;o de abusividade, cumprindo a an&aacute;lise das circunst&acirc;ncias contratuais, conforme as peculiaridades de cada caso concreto.</p> <p>Nesse sentido:</p> <p><em>RECURSO ESPECIAL. CONTRATO DE M&Uacute;TUO BANC&Aacute;RIO. JUROS REMUNERAT&Oacute;RIOS. REVIS&Atilde;O. CAR&Aacute;TER ABUSIVO. REQUISITOS. NECESSIDADE DE FUNDAMENTA&Ccedil;&Atilde;O ADEQUADA.</em></p> <p><em>1- Recurso especial interposto em 19/4/2022 e concluso ao gabinete em 4/7/2022.</em></p> <p><em>2- O prop&oacute;sito recursal consiste em dizer se: a) a men&ccedil;&atilde;o gen&eacute;rica &agrave;s "circunst&acirc;ncias da causa" n&atilde;o descritas na decis&atilde;o, acompanhada ou n&atilde;o do simples cotejo entre a taxa de juros prevista no contrato e a m&eacute;dia praticada no mercado, &eacute; suficiente para a revis&atilde;o das taxas de juros remunerat&oacute;rios pactuadas em contratos de m&uacute;tuo banc&aacute;rio; e b) qual o incide a ser aplicado, na esp&eacute;cie, aos juros de mora.</em></p> <p><em>3- A Segunda Se&ccedil;&atilde;o, no julgamento REsp n. 1.061.530/RS, submetido ao rito dos recursos especiais repetitivos, fixou o entendimento de que "&eacute; admitida a revis&atilde;o das taxas de juros remunerat&oacute;rios em situa&ccedil;&otilde;es excepcionais, desde que caracterizada a rela&ccedil;&atilde;o de consumo e que a abusividade (capaz de colocar o consumidor em desvantagem exagerada - art. 51, &sect; 1&deg;, do CDC) fique cabalmente demonstrada, ante as peculiaridades do julgamento em concreto."</em></p> <p><em>4- Deve-se observar os seguintes requisitos para a revis&atilde;o das taxas de juros remunerat&oacute;rios: a) a caracteriza&ccedil;&atilde;o de rela&ccedil;&atilde;o de consumo; b) a presen&ccedil;a de abusividade&nbsp;capaz de colocar o consumidor em desvantagem exagerada; e c) a demonstra&ccedil;&atilde;o cabal, com men&ccedil;&atilde;o expressa &agrave;s peculiaridades da hip&oacute;tese concreta, da abusividade verificada, levandose em considera&ccedil;&atilde;o, entre outros fatores, a situa&ccedil;&atilde;o da economia na &eacute;poca da contrata&ccedil;&atilde;o, o custo da capta&ccedil;&atilde;o dos recursos, o risco envolvido na opera&ccedil;&atilde;o, o relacionamento mantido com o banco e as garantias ofertadas.</em></p> <p><em>5- S&atilde;o insuficientes para fundamentar o car&aacute;ter abusivo dos juros remunerat&oacute;rios: a) a men&ccedil;&atilde;o gen&eacute;rica &agrave;s "circunst&acirc;ncias da causa" &ndash; ou outra express&atilde;o equivalente; b) o simples cotejo entre a taxa de juros prevista no contrato e a m&eacute;dia de mercado divulgada pelo BACEN e c) a aplica&ccedil;&atilde;o de algum limite adotado, aprioristicamente, pelo pr&oacute;prio Tribunal estadual.</em></p> <p><em>6- Na esp&eacute;cie, n&atilde;o se extrai do ac&oacute;rd&atilde;o impugnado qualquer considera&ccedil;&atilde;o acerca das peculiaridades da hip&oacute;tese concreta, limitando-se a cotejar as taxas de juros pactuadas com as correspondentes taxas m&eacute;dias de mercado divulgadas pelo BACEN e a aplicar par&acirc;metro abstrato para aferi&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter abusivo dos juros, impondo-se, desse modo, o retorno dos autos &agrave;s inst&acirc;ncias ordin&aacute;rias para que aplique o direito &agrave; esp&eacute;cie a partir dos par&acirc;metros delineados pela jurisprud&ecirc;ncia desta Corte Superior.</em></p> <p><em>7- Recurso especial parcialmente provido. (REsp n. 2.009.614/SC, relatora Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma, julgado em 27/9/2022, DJe de 30/9/2022.)</em></p> <p>Como visto do julgado, o argumento de abusividade de juros deve vir aos autos acompanhado de outros elementos que levem &agrave; conclus&atilde;o de o que consumidor foi lesado ao anuir com aquele contrato que pretende revisar, tais como:&nbsp;custo&nbsp;da&nbsp;capta&ccedil;&atilde;o&nbsp;do recurso da opera&ccedil;&atilde;o no local e ao tempo do contrato e, logo, a adequa&ccedil;&atilde;o do respectivo&nbsp;<em>spread</em>&nbsp;banc&aacute;rio,&nbsp;em compara&ccedil;&atilde;o &agrave;s demais institui&ccedil;&otilde;es&nbsp;financeiras que atuam no mesmo segmento, momento da economia, risco da opera&ccedil;&atilde;o, relacionamento banc&aacute;rio e garantias ofertadas.</p> <p>E o &ocirc;nus de demonstrar tais circunst&acirc;ncias &eacute; da parte autora, pois se refere ao fato constitutivo do seu direito, nos termos do art. 373, I, do CPC.&nbsp;</p> <p>No caso em apre&ccedil;o, a parte autora n&atilde;o aponta algum v&iacute;cio capaz de ensejar a interven&ccedil;&atilde;o judicial nos pactos livremente firmados entre as partes.</p> <p>Portanto, n&atilde;o h&aacute; falar em revis&atilde;o dos contratos quanto aos juros remunerat&oacute;rios. E, n&atilde;o havendo falar em abusividade dos encargos da normalidade, n&atilde;o procede a pretens&atilde;o de descaracteriza&ccedil;&atilde;o da mora. Afora isso, n&atilde;o havendo valores pagos a maior, n&atilde;o h&aacute; falar em repeti&ccedil;&atilde;o do ind&eacute;bito, quer seja na forma simples, quer seja na forma em dobro.</p> <p>A parte apelante alega a ocorr&ecirc;ncia de venda casada na contrata&ccedil;&atilde;o do&nbsp;<strong>seguro</strong>&nbsp;<strong>prestamista</strong>&nbsp;em raz&atilde;o da sua vincula&ccedil;&atilde;o ao empr&eacute;stimo contratado, em especial por constar no mesmo contrato do empr&eacute;stimo, com seguradora indicada pela institui&ccedil;&atilde;o financeira, e, consequentemente, ter sido assinado no mesmo dia, em viola&ccedil;&atilde;o ao art. 39, I, do CDC.</p> <p>Ocorre, contudo, que o t&atilde;o s&oacute; fato de o&nbsp;seguro&nbsp;ter sido adquirido no mesmo instrumento contratual do empr&eacute;stimo - o qual, inclusive, menciona que a contrata&ccedil;&atilde;o do&nbsp;seguro&nbsp;&eacute; opcional-&nbsp;n&atilde;o importa em prova da venda casada, visto que ela&nbsp;pressup&otilde;e que tenha o banco condicionado a obten&ccedil;&atilde;o do empr&eacute;stimo&nbsp;&agrave; contrata&ccedil;&atilde;o do&nbsp;seguro, prova da qual n&atilde;o se desincumbiu a parte demandante.</p> <p>&Eacute; de se salientar que, ainda que invertido o &ocirc;nus da prova pelo ju&iacute;zo<em>&nbsp;a</em>&nbsp;<em>quo,</em>&nbsp;o &ocirc;nus de comprovar o v&iacute;cio de vontade quando da contrata&ccedil;&atilde;o segue sendo da parte autora, pois invi&aacute;vel se impor &agrave; parte r&eacute; o &ocirc;nus de comprovar fato negativo, ou seja, de que n&atilde;o houve v&iacute;cio de vontade quando da contrata&ccedil;&atilde;o.</p> <p>Assim, n&atilde;o logrando a parte autora comprovar ter sido condicionado o empr&eacute;stimo &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o do&nbsp;seguro&nbsp;e, considerando que o&nbsp;seguro&nbsp;prestamista&nbsp;&eacute; uma garantia para o pr&oacute;prio devedor,&nbsp;n&atilde;o h&aacute; falar em venda casada.</p> <p>A prop&oacute;sito:</p> <p>APELA&Ccedil;&Atilde;O C&Iacute;VEL. NEG&Oacute;CIOS JUR&Iacute;DICOS BANC&Aacute;RIOS. C&Eacute;DULA DE CR&Eacute;DITO BANC&Aacute;RIO.&nbsp;<em>SEGURO</em>&nbsp;PRESTAMISTA. VALIDADE.&nbsp;<em>VENDA</em>&nbsp;<em>CASADA</em>. EMBORA AS OPERA&Ccedil;&Otilde;ES (C&Eacute;DULA DE CR&Eacute;DITO BANC&Aacute;RIO E&nbsp;<em>SEGURO</em>&nbsp;<strong>PRESTAMISTA</strong>) TENHAM SIDO REDIGIDAS NO MESMO INSTRUMENTO CONTRATUAL, AS INFORMA&Ccedil;&Otilde;ES CONTIDAS NO REFERIDO DOCUMENTO S&Atilde;O CLARAS QUANTO &Agrave;S RESPECTIVAS OBRIGA&Ccedil;&Otilde;ES FIRMADAS, DEMONSTRANDO QUE O CONTRATO TRAZIDO AO FEITO FOI PACTUADO SEM CONDICIONAMENTO DE OBRIGATORIEDADE. HIP&Oacute;TESE EM QUE H&Aacute; EXPRESSA OP&Ccedil;&Atilde;O PELA CONTRATA&Ccedil;&Atilde;O DO&nbsp;<em>SEGURO</em>&nbsp;PRESTAMISTA. AUS&Ecirc;NCIA DE PROVA DE COA&Ccedil;&Atilde;O OU DE V&Iacute;CIO DE CONSENTIMENTO.&nbsp;<em>VENDA</em>&nbsp;<em>CASADA</em>&nbsp;N&Atilde;O CONFIGURADA. COBRAN&Ccedil;A REGULAR. RECURSO DESPROVIDO.(Apela&ccedil;&atilde;o C&iacute;vel, N&ordm; 5045467-**.2023.8.21.****, D&eacute;cima Segunda C&acirc;mara C&iacute;vel, Tribunal de Justi&ccedil;a do RS, Relator: Oyama Assis Brasil de Moraes, Julgado em: 28-01-2025)</p> <p>APELA&Ccedil;&Atilde;O C&Iacute;VEL. NEG&Oacute;CIOS JUR&Iacute;DICOS BANC&Aacute;RIOS. A&Ccedil;&Atilde;O DECLARAT&Oacute;RIA E INDENIZAT&Oacute;RIA. ALEGA&Ccedil;&Atilde;O DE&nbsp;<em>VENDA</em>&nbsp;<em>CASADA</em>.&nbsp;<em>SEGURO</em>&nbsp;PRESTAMISTA. A PACTUA&Ccedil;&Atilde;O DO&nbsp;<em>SEGURO</em>&nbsp;PRESTAMISTA NO MESMO INSTRUMENTO CONTRATUAL &Eacute; INSUFICIENTE, POR SI S&Oacute;, A CARACTERIZAR&nbsp;<em>VENDA</em>&nbsp;<em>CASADA</em>, PORQUANTO CONTIDAS NO INSTRUMENTO INFORMA&Ccedil;&Otilde;ES CLARAS E PRECISAS ATINENTES &Agrave; OP&Ccedil;&Atilde;O OU N&Atilde;O PELO&nbsp;<em>SEGURO</em>.&nbsp;INDEMONSTRADA A EXIST&Ecirc;NCIA DE COA&Ccedil;&Atilde;O OU DE V&Iacute;CIO DA VONTADE NA FORMA&Ccedil;&Atilde;O DA AVEN&Ccedil;A.&nbsp;<em>VENDA</em>&nbsp;<em>CASADA</em>&nbsp;N&Atilde;O VERIFICADA. SENTEN&Ccedil;A MANTIDA. APELA&Ccedil;&Atilde;O DESPROVIDA.(Apela&ccedil;&atilde;o C&iacute;vel, N&ordm; 5008190-**.2024.8.21.****, D&eacute;cima Segunda C&acirc;mara C&iacute;vel, Tribunal de Justi&ccedil;a do RS, Relator: Jos&eacute; Vin&iacute;cius Andrade Jappur, Julgado em: 07-02-2025)</p> <p>APELA&Ccedil;&Atilde;O C&Iacute;VEL. NEG&Oacute;CIOS JUR&Iacute;DICOS BANC&Aacute;RIOS. A&Ccedil;&Atilde;O DECLARAT&Oacute;RIA DE INEXIST&Ecirc;NCIA DE D&Eacute;BITO C/C REPETI&Ccedil;&Atilde;O DE IND&Eacute;BITO E DANOS MORAIS. EMPR&Eacute;STIMO BANC&Aacute;RIO. CONTRATA&Ccedil;&Atilde;O DE&nbsp;<em>SEGURO</em>&nbsp;PRESTAMISTA. AFASTADA A&nbsp;<em>VENDA</em>&nbsp;<em>CASADA</em>, POIS LIVREMENTE PACTUADO. IMPROCED&Ecirc;NCIA MANTIDA. Caracteriza-se a&nbsp;<em>venda</em>&nbsp;<em>casada</em>&nbsp;quando n&atilde;o restar demonstrado que ao consumidor foi dada a faculdade de contratar o&nbsp;<em>seguro</em>&nbsp;prestamista que melhor lhe conviesse (Tema n.&ordm; 972 do STJ). N&atilde;o h&aacute; nos autos qualquer elemento probat&oacute;rio que indique que a autora tenha sido coagida &agrave; assinatura do contrato de&nbsp;<em>seguro</em>&nbsp;como condi&ccedil;&atilde;o para obten&ccedil;&atilde;o de empr&eacute;stimo. Senten&ccedil;a de improced&ecirc;ncia mantida. Apelo da autora desprovido. APELA&Ccedil;&Atilde;O DESPROVIDA, POR DECIS&Atilde;O MONOCR&Aacute;TICA. (Apela&ccedil;&atilde;o C&iacute;vel, N&ordm; 5010913-**.2024.8.21.****, D&eacute;cima Segunda C&acirc;mara C&iacute;vel, Tribunal de Justi&ccedil;a do RS, Relator: Jo&atilde;o Pedro Cavalli Junior, Julgado em: 27-03-2025)</p> <p>&nbsp;</p> <p>Logo, imp&otilde;e-se a manuten&ccedil;&atilde;o da senten&ccedil;a.</p> <p>Destarte,<strong>&nbsp;nego provimento ao apelo.</strong></p> <p>Em aten&ccedil;&atilde;o ao disposto no art. 85, &sect;11&ordm;, do CPC/15, majoro os honor&aacute;rios advocat&iacute;cios fixados na senten&ccedil;a&nbsp;a cargo da parte apelante&nbsp;para 15%. Mantida a suspens&atilde;o da exigibilidade, haja vista que a parte litiga sob o p&aacute;lio da gratuidade da justi&ccedil;a.</p></section> <section> </section> <section> <p>&nbsp;</p> <hr> <p>&nbsp;</p></section> <footer> </footer></article></body></html>

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