TJMG Intimação 20ª CÂMARA CÍVEL

Intimação — 2810215-**.2026.8.13.****

Publicado em

Dados da publicação

Número do processo

2810215-**.2026.8.13.****

Partes

P - B**** P*** S*/A* | P - B**** S**** S*.A*. | P - F**** I************ D*…

Advogados

A****** D* M***** D****** N*** (161915/M*) |…

Texto da publicação

<html> <head> <meta> <style></style> </head> <body> <article> <header> <div></div> </header> <section><b>Agravo de Instrumento N&ordm; 2810215-**.2026.8.13.****/MG</b></section> <section> <div><p><b>TIPO DE A&Ccedil;&Atilde;O: </b>Empr&eacute;stimo consignado</p></div> </section> <section><b><table><tr><td>RELATOR</td><td>: Desembargador FERNANDO CALDEIRA BRANT</td></tr><tr><td>AGRAVANTE</td><td>: M**** M***** M******</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: A***** W****** S******* (OAB RJ175748)</td></tr><tr><td>AGRAVADO</td><td>: F**** I************ D* N******* L***</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: ANT&Ocirc;NIO DE MORAES DOURADO NETO (OAB MG161915)</td></tr><tr><td>AGRAVADO</td><td>: B**** P*** S*/A*</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: E****** C****** (OAB MG157533)</td></tr><tr><td>AGRAVADO</td><td>: B**** S**** S*.A*.</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: S***** B****** M******** (OAB PR067297)</td></tr></table></b></section> <section> <p align="center">EMENTA</p> </section> <section> <p><strong>DIREITO PROCESSUAL CIVIL E BANC&Aacute;RIO. AGRAVO DE INSTRUMENTO. A&Ccedil;&Atilde;O ORDIN&Aacute;RIA. TUTELA DE URG&Ecirc;NCIA. EMPR&Eacute;STIMOS E CART&Otilde;ES DE CR&Eacute;DITO CONSIGNADOS. ALEGA&Ccedil;&Atilde;O DE FRAUDE BANC&Aacute;RIA. SUSPENS&Atilde;O DE DESCONTOS EM BENEF&Iacute;CIO PREVIDENCI&Aacute;RIO. AUS&Ecirc;NCIA DE PROBABILIDADE DO DIREITO. NEXO CAUSAL N&Atilde;O DEMONSTRADO. NECESSIDADE DE DILA&Ccedil;&Atilde;O PROBAT&Oacute;RIA. RECURSO DESPROVIDO.</strong></p> <p><strong>I. CASO EM EXAME</strong></p> <p><strong>1. Agravo de instrumento interposto contra decis&atilde;o que, em a&ccedil;&atilde;o ordin&aacute;ria ajuizada em face de institui&ccedil;&otilde;es financeiras, indeferiu tutela de urg&ecirc;ncia destinada &agrave; suspens&atilde;o de descontos incidentes sobre benef&iacute;cio previdenci&aacute;rio, decorrentes de dois empr&eacute;stimos consignados e de dois cart&otilde;es de cr&eacute;dito consignados, nas modalidades RMC e RCC, que a agravante afirma terem sido contratados fraudulentamente ap&oacute;s contato de suposta correspondente para repactua&ccedil;&atilde;o de empr&eacute;stimo anteriormente mantido com a Caixa Econ&ocirc;mica Federal.</strong></p> <p><strong>II. QUEST&Atilde;O EM DISCUSS&Atilde;O</strong></p> <p><strong>2. A quest&atilde;o em discuss&atilde;o consiste em definir se est&atilde;o presentes os requisitos para a concess&atilde;o da tutela de urg&ecirc;ncia destinada &agrave; suspens&atilde;o dos descontos decorrentes de contratos banc&aacute;rios que a agravante afirma n&atilde;o ter celebrado em raz&atilde;o de fraude.</strong></p> <p><strong>III. RAZ&Otilde;ES DE DECIDIR</strong></p> <p><strong>3. A concess&atilde;o da tutela de urg&ecirc;ncia exige a presen&ccedil;a simult&acirc;nea da probabilidade do direito, do perigo de dano ou risco ao resultado &uacute;til do processo e da reversibilidade dos efeitos da decis&atilde;o, nos termos do art. 300 do CPC.</strong></p> <p><strong>4. A alega&ccedil;&atilde;o de contrata&ccedil;&atilde;o fraudulenta, por si s&oacute;, n&atilde;o evidencia a probabilidade do direito quando os elementos dispon&iacute;veis na fase inicial do processo n&atilde;o demonstram suficientemente o nexo causal entre a fraude narrada e a atua&ccedil;&atilde;o das institui&ccedil;&otilde;es financeiras recorridas.</strong></p> <p><strong>5. A inexist&ecirc;ncia, no est&aacute;gio processual, de prova concreta de falha de seguran&ccedil;a ou de ato il&iacute;cito imput&aacute;vel &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es financeiras impede a suspens&atilde;o liminar das cobran&ccedil;as, pois a apura&ccedil;&atilde;o da regularidade das opera&ccedil;&otilde;es banc&aacute;rias demanda dila&ccedil;&atilde;o probat&oacute;ria.</strong></p> <p><strong>6. A aus&ecirc;ncia de probabilidade do direito torna desnecess&aacute;rio o exame do perigo de dano para a concess&atilde;o da tutela de urg&ecirc;ncia, por serem cumulativos os requisitos exigidos para a medida.</strong></p> <p><strong>IV. DISPOSITIVO</strong></p> <p><strong>7. Recurso desprovido.</strong></p></section> <section> <p align="center">AC&Oacute;RD&Atilde;O</p> </section> <section> <p>Vistos e relatados estes autos em que s&atilde;o partes as acima indicadas, a Egr&eacute;gia 20&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel do Tribunal de Justi&ccedil;a do Estado de Minas Gerais decidiu, por unanimidade, NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO, nos termos do relat&oacute;rio, votos e notas de julgamento que integram o presente julgado.</p></section> <section> <p>Belo Horizonte, 24 de setembro de 2026.</p></section> <section> </section> <section> <p>&nbsp;</p> <hr> <p>&nbsp;</p></section> <footer> </footer></article></body></html>

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